Notícias http://www.unimedbh.com.br/ Feed RSS de notícias da Unimed-BH. Horários de funcionamento das unidades da Unimed-BH no feriado de Corpus Christi http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/funcionamento_corpus_christi b660f543-9529-43e2-b23e-6c8eac373591 ]]> Feriado de Corpus Christi http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/feriado_corpus_christi 74425f31-4cbf-4c1b-99a8-d8402f4ccdba Se seu próximo boleto tem vencimento em 15 de junho de 2017, data do feriado nacional de Corpus Christi, você poderá efetuar o pagamento até o dia útil seguinte, sem quaisquer cobranças de juros ou multas.

Esse é um direito seu, garantido pela lei n. 7.089, sancionada em 23 de março de 1983.

Facilitar a sua vida também é um jeito de cuidar da sua saúde.

]]>
11º Programa de Capacitação para Pessoas com Deficiência http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/11_programa_capacitacao_pcd 4f52fc8a-6354-4eec-b755-41cd8653f28e Na Unimed-BH, não existe limites para o talento.

 

Na Unimed-BH, as oportunidades são para todos. Com o Programa de Capacitação para Pessoas com Deficiência, todos os anos formamos profissionais para atuar em atividades administrativas. Acreditamos que é assim, com incentivo, que as pessoas podem mostrar todo o seu potencial.

Período de inscrições:
06/06/17 até 29/06/17

Pré-requisitos:
Pessoas com deficiência, com idade a partir de 18 anos e ensino médio completo.

Benefícios:
Bolsa, vale-transporte, seguro de vida e assistência médica.

Como participar:
Leve seu currículo para a Gestão de Recursos Humanos da Unimed - BH (Av. do Contorno, 4.265 – 6º andar – Funcionários) ou envie para programainclusao@unimedbh.com.br.

]]>
saocamilo http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/saocamilo 5ec31679-eee5-46fa-8260-d85c73535abe
]]>
UFMG e Unimed-BH reinauguram Presépio do Pipiripau http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/presepio-pipiripau-restauracao ad3000a0-dde7-42d7-8169-5ce4d346ea0b Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE

 
Diretor-presidente da Unimed-BH, Dr. Samuel Flam.


Após cinco anos fechado para restauração, símbolo centenário volta a funcionar, mais moderno e sustentável

 

Foi inaugurado hoje, Museu de História Natural e Jardim Botânico (MHNJB) o Presépio do Pipiripau, restaurado pela UFMG em parceria com o Instituto Unimed-BH. A solenidade contou com a presença do reitor da UFMG, Jaime Arturo Ramírez, e do diretor-presidente da Unimed-BH, o médico Samuel Flam.

Instalação construída ao longo de 82 anos (1906-1988) que narra nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo, o Presépio do Pipiripau tem cerca de três mil objetos e 45 cenas que mobilizam 586 figuras, numa área de 20 metros quadrados. Todo o mecanismo é criação do artesão Raimundo Machado Azeredo. Autodidata, “Seu” Raimundo nunca projetou o resultado final da obra, cujos quadros surgem a partir da curiosidade, habilidade e devoção do próprio criador.

Com peças modeladas em argila, papel machê, conchas e outros materiais - e engenhoso maquinário desenvolvido a partir de barbante, carretéis de linha, polias, mecanismos de relógio, radiola, gramofone e todo tipo de maquinário que seu criador fosse conhecendo através das décadas - o Pipiripau é patrimônio cultural e artístico e uma das mais significativas expressões da arte popular de Belo Horizonte.

Em 1984 o Presépio do Pipiripau foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Ele é um dos maiores patrimônios de nossa cultura, a obra da vida de um grande artista popular. As cenas e personagens que ele construiu aliam a religiosidade do povo mineiro, a simplicidade de seu cotidiano e o deslumbre com os engenhos. À medida que ia tendo contato com as tecnologias, que rapidamente se sobrepunham no século XX, foi incorporando-as à instalação, sempre para permitir uma nova representação. Para a UFMG, é um orgulho devolvê-lo restaurado à cidade de Belo Horizonte”, afirma o reitor Jaime Ramirez.

O Presépio estará aberto para visitação às quartas, quintas e sextas, às 11h e às 16h, e aos sábados e domingos, às 11h, 12h, 15h e 17h.

“O Presépio está funcionando maravilhosamente. Vamos devolvê-lo com a qualidade e o carinho que a cidade merece. É uma obra ímpar por sua delicadeza, inocência e capacidade de nos transformar”, ressalta o professor da Escola de Belas-Artes da UFMG, Fabrício Fernandino, coordenador geral do projeto de restauração e professor da Escola de Belas Artes.

O projeto abrangeu a restauração e modernização da obra, aprovado pelo Iphan, com financiamento regulado pela Lei Rouanet. A captação total de R$ 565 mil foi firmada com o Instituto Unimed-BH.

“Além de cuidar das pessoas, também nos dedicamos a espaços que fazem parte da história e da identidade de Belo Horizonte, reforçando nosso compromisso social com a população e a cidade. Por isso, escolhemos participar do restauro do Presépio Pipiripau, um dos nossos patrimônios. “Estamos muito felizes com o resultado e, principalmente, em poder contribuir para esta entrega tão simbólica para os mineiros", ressalta o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam.

A restauração

O Presépio foi fechado em abril de 2012, quando foi executado o diagnóstico para reparo. A partir daí, foram elaborados os projetos complementares para a nova edificação, como instalações elétricas, hidrossanitárias e de prevenção a incêndio, segurança eletrônica, sonorização, sinalização de emergência, entre outros.

A restauração de todas as peças do Presépio foi mapeada e registrada em vídeos e fotografias. O projeto foi aprovado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com financiamento regulado pela Lei Rouanet. A captação total de R$ 565 mil foi firmada com o Instituto Unimed-BH.

A restauração começou em 2014 e ficou a cargo do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais (Cecor) da UFMG, com a participação de mais de 50 bolsistas de várias áreas. Além disso, contou com o trabalho voluntário de professores do curso de Engenharia Elétrica e Engenharia Hidráulica e Recursos Hídricos da UFMG, além de outros profissionais e empresas privadas. A construção de uma passarela de acesso para cadeirantes, pintura e reforma do telhado da sede foram executadas pelo Departamento de Manutenção de Infraestrutura (Demai) da UFMG.

“Todas as madeiras estavam completamente atacadas por cupins. No diagnóstico inicial, a equipe nem chegou a ter acesso ao último patamar porque não havia condições de subir. As condições de acesso eram muito precárias”, conta a professora Bethânia Reis Veloso, coordenadora geral da restauração do Presépio e diretora do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis UFMG (Cecor/UFMG). Sua equipe fez muitas análises e raios-x das peças para entender qual a técnica, o modo de fazer, e assim manter a originalidade.

Os riscos da restauração eram relativos à estrutura elétrica e hidráulica. Além disso, os materiais estavam desgastados pelo uso e pelo tempo porque “Seu” Raimundo usou, na construção, os materiais que tinha acesso, como tubos de pasta de dente, papier-mâché, roach dentário, caco de vidro etc. “Todo o chassi, por exemplo, estava severamente comprometido por cupins”, lembra Fabrício Fernandino. O chassi foi trocado e professores e alunos da Escola de Engenharia da UFMG repararam a parte elétrica e hidráulica.

Cada peça do Presépio recebeu uma ficha, como se fosse um ‘prontuário médico’ e foram diagnosticadas todas as patologias e danos. “Os registros fotográficos e pequenos filmes que fizemos foram fundamentais na montagem da cenografia, para localizar a posição de todas as peças e permitir que tudo voltasse ao seu lugar exato”, explicou Thaís Carvalho, coordenadora técnica da restauração do Presépio e especialista em restauração pelo Cecor/UFMG.

Posteriormente, foram feitas as análises químicas de materiais como plásticos, a fim de se conhecer a estabilidade do material e definir a metodologia mais adequada para a recuperação.

Ao retirar as camadas de areia e papel, os restauradores viam que a madeira estava muito mais danificada do que se pensava. Eram coisas que superficialmente não apareciam. “Havia fios encapados com tecidos e reatores que poderiam ter causado um incêndio e também graxa impregnada nos eixos. Muitos bonequinhos já não funcionavam adequadamente”, lembra Thaís.

Detalhes

Todo o material usado na restauração foi compatível com o original. “Tudo teve que ficar idêntico”, diz Bethânia. Segunda ela, os processos tiveram qualidade de ponta, desde a fotografia, passando pelo diagnóstico, identificação de materiais, análise química e higienização, assim como tintas, vernizes, tecidos, vegetação sintética e resinas. “Visamos uma longevidade ainda maior do Presépio”, salientou a professora.

O tratamento dos tecidos das roupas foi feito nos próprios bonecos. “Se desmontasse, perderia o registro da costura. A ideia foi preservar o modo de fazer, a história”, disse Bethânia. Fabrício Fernandino relatou que os bonequinhos de plástico estavam frágeis como casca de ovo. Além disso, eram feitos de celulose, material altamente combustível. Alguns foram reproduzidos usando resina de poliéster, que não é inflamável.

Conforme destacou Thaís Carvalho, as substituições de materiais, como a vegetação natural, foram procedidas com o objetivo de se preservar a obra. “Além de ser coletado em local perigoso, a vegetação de musgos era úmida, continha terra, insetos e cupim de solo. Ainda tinha que ser molhada, o que favorecia o crescimento fúngico e a oxidação das bases metálicas”, observou. A vegetação cenográfica artificial, adquirida em São Paulo, foi costurada em uma tela, para que fosse dispensado o uso de cola. Essa tela foi amarrada com náilon em alguns pitões. “Isso tornará fáceis as substituições futuras. Pequenas adaptações como essas são justificáveis em função da conservação”, reforçou.

Assim como a vegetação, a nuvem de algodão também foi amarrada sem uso de cola, material que, com o passar do tempo, se torna áspero e ajuda na deterioração. O algodão convencional foi substituído por um similar de silicone, que não pega fogo. As lâmpadas incandescentes, que ao aquecer poderiam queimar o papelão e a madeira, foram trocadas por lâmpadas de led.

A parte metálica passou por um processo muito semelhante à lanternagem que é feita em carros, com remoção da ferrugem e laminação. A cenografia foi toda reintroduzida, “boneco a boneco, parafuso a parafuso, fio por fio”. “Tudo muito delicado e sutil”, pontua Bethânia.

Detalhes como o rótulo de uma lata de cera inglesa foram preservados. O Pipiripau contém também peças feitas com tampinhas de perfume, e outras com tubos de pasta de dente, como as capas dos reis magos. “Seu” Raimundo usou conchinhas com 1 milímetro de diâmetro para fazer olhos dos bonecos, peculiaridade que só foi percebida com o uso de uma microcâmera. “A princípio, achávamos que eram miçangas”, relata a professora.

Digitalização

Idealizado pela bibliotecária Laibe Batista em 2015, o projeto de restauração e digitalização dos documentos do Presépio do Pipiripau foi concluído no começo de abril em parceria com o Centro de Museologia e Conservação do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (MHNJB). Laibe explica que “o acervo documental do presépio se confunde com o acervo pessoal do seu criador”, já que é composto, entre outros itens, por jornais, livros, catálogos, correspondências, fotografias, diplomas e medalhas de Raimundo Machado.

O conservador e restaurador Mário Sousa orientou os procedimentos de restauração do acervo documental do presépio.  Ele enfatiza que “realizar esse trabalho possibilitou se envolver com a memória da cidade de Belo Horizonte, que passou por rápidas transformações vislumbradas por um cidadão simples, do povo, apaixonado pelo movimento, esse mesmo movimento que o impulsionou na empreitada pela consecução de sua obra mestra”. 

Todo o acervo documental do presépio foi digitalizado em DVDs que serão disponibilizados, em breve, para consulta local na Biblioteca do Museu. 

Obra centenária

No ano de 1906, o Presépio do Pipiripau começou a ser construído por Raimundo Machado de Azevedo, ainda criança, em sua própria casa. A obra teve início com uma pequena imagem do Menino Jesus numa caixa de papelão, forrada com cabelo de milho, musgo e folhas. Ao longo das décadas, o Presépio ganhou outros personagens feitos de barro, papier-mâché e gesso.

O Pipiripau cresceu à medida que cenas do cotidiano e passagens da Bíblia foram sendo incorporadas. Entre os mecanismos usados para prover movimento aos personagens, o autor usou pedais de antigas máquinas de costura, sistema de cordas de gramofone e uma caldeira a vapor, substituída posteriormente por um motor elétrico.

 

Vendido para a UFMG em 1976, o Presépio foi transferido para o Museu, mas a manutenção continuou a ser feita por “Seu” Raimundo até sua morte, em 1986. Desde 1984, o Presépio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Linha do tempo

1906 – Aos 12 anos, Raimundo Machado inicia a construção do presépio. Quatrocentos réis conseguidos com a venda de garrafinhas patrocinam a compra da primeira peça: o Menino Jesus.

1912 – Seu Raimundo começa a movimentar as peças por um sistema de pedal. O primeiro personagem a se mover é o pescador, que pesca sempre o mesmo peixe.

1919 – Por comando movido à água, a lagoa se enche e se esvazia. Seu Raimundo começa a trabalhar como mecânico da Central do Brasil, onde fica até 1923.  A Estrada de Ferro Central do Brasil foi uma das principais ferrovias do Brasil, ligando as então províncias do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e a então capital do país.

1920 – Seu Raimundo casa-se com Dona Ermenegilda e inicia-se uma década de investimentos no presépio. Aproveitando o movimento de um gramofone, a procissão pode entrar e sair da igreja, os sinos tocam e o lenhador corta a lenha. Esse mecanismo é substituído por uma caldeira a vapor (1923/1924) e depois pela eletricidade (1927).

1921 - O presépio ganha iluminação a gás (lampião) e um incêndio destrói a obra de arte. A reconstrução começa imediatamente.

1922 – Registro da primeira fotografia do presépio, tirada pelo Sr. Junqueira, funcionário da então Escola Livre de Engenharia.

1924 – As figuras do presépio começam a ganhar roupas, produzidas por Dona Ermenegilda.

1925 – Para dar continuidade à montagem do presépio, Seu Raimundo recorre ao financiamento patrocinado por amigos.

1927 – O presépio é descoberto pela imprensa. A primeira notícia foi publicada no Jornal Tribuna. Em seguida, no Diário de Minas. O então jornalista Carlos Drummond de Andrade, sob pseudônimo de Antônio Chrispim, escreve: "Meus olhos mineiros namoram o Presépio e dizem alegremente: mas que bonito!" O poema Pipiripau batiza o presépio.

1939 – A frente do Presépio do Pipiripau começa a ser ornada com cristais, sucata e pedraria.

 

1950 - Seu Raimundo começa a utilizar conchas para representar novas figuras.

1960 - Seu Raimundo aposenta-se na Imprensa Oficial (onde ingressou em 1927) e continua trabalhando na montagem do presépio em um galpão montado no quintal da sua casa, no bairro Sagrada Família. O presépio chega a 20 metros quadrados, 580 peças e 45 cenas. Pipiripim, a versão miniatura do Pipiripau, é criada.

1971 – Seu Raimundo recebe a Medalha da Ordem dos Pioneiros, em reconhecimento à sua significativa atuação na construção da história e da cultura de Belo Horizonte.

1976 – Primeira exposição pública do Pipiripau, no Parque de Exposições da Gameleira.

1976 – Transferência do Pipiripau para o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, que o adquiriu formalmente em 1983. Seu Raimundo continuou oferecendo manutenção e supervisão ao presépio até falecer.

1984 - O Presépio do Pipiripau é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional .

1986 – O Pipiripim, versão miniatura do Pipiripau, também é transferido para a UFMG.

1988 – Em 27 de agosto, aos 93 anos de idade, Seu Raimundo falece.

2012 – O presépio é fechado para diagnóstico e elaboração de projetos de reparo.

2014 – Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais (Cecor) da UFMG inicia os trabalhos de restauração.

2017 – Reinauguração do Presépio do Pipiripau.

]]>
II Encontro de Integridade Corporativa: fornecedores elogiam coragem da Unimed em discutir tema http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/encontro-integridade-corporativa eb77365f-151d-4eb2-bcc4-ce49435801e6

“Compliance é uma ferramenta de transformação da sociedade”, assim definiu o advogado Luciano Malara, palestrante convidado do II Encontro de Integridade Corporativa da Unimed-BH. O evento foi realizado nesta quarta-feira, 19, no Espaço de Eventos, e recebeu cerca de 130 pessoas, dentre os quais dezenas de fornecedores da Cooperativa. O objetivo foi disseminar a cultura de integridade corporativa.
Durante o evento, Malara falou sobre o cenário de compliance e a Lei Anticorrupção, ressaltando a importância de momentos de debate dessas questões. “Parabéns à Unimed-BH pela iniciativa. Hoje, tratar de integridade corporativa é uma obrigação. Mas não são todos que têm coragem de abrir a casa para os parceiros para discutir esse tema. E a Unimed-BH é uma referência em governança e compliance, tendo um dos melhores programas do país”, afirmou.
Andreza Garcia, gerente de um dos fornecedores da Unimed-BH há cinco anos, foi uma das participantes do Encontro. Segundo ela, o momento foi importante porque ajudou a ressignificar os valores organizacionais. “Gostei muito da iniciativa da Unimed-BH de nos trazer um olhar diferenciado para nossas rotinas e relações de trabalho. Tratar desse tema nos estimula a replicá-lo internamente para que nossas empresas possam contribuir para a transformação que nossa sociedade precisa”.

Integridade corporativa

Além da palestra de Luciano Malara, o evento contou com apresentações do superintendente geral de Gestão Empresarial, Alexandre Flores, e da coordenadora de Governança e Compliace, Vivian Nicele Andrade. Ambos destacaram a importância da integridade corporativa para a Unimed-BH e o compromisso da Cooperativa com a cultura de compliance.
Na abertura do Encontro, o diretor de Serviços Próprios da Unimed-BH, Paulo Pimenta, reforçou esses valores. “Sabemos que uma das maiores forças das organizações é a sua cultura interna. É essa cultura que nos une em torno de um objetivo comum e é dela que nascem os princípios que compõem a forma de ser e de trabalhar. Na Unimed Belo Horizonte, trabalhamos com ética, integridade e conformidade. Somos embaixadores dessas boas práticas”, disse.

]]>
Maternidade Unimed-BH é o primeiro hospital particular do Estado a oferecer registro civil para recém-nascidos http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/maternidade-unimed-registro-civil ae033e2d-2773-479f-9bdd-26be618a2514 Serviço passa a ser oferecido, gratuitamente, na unidade da Unimed Belo Horizonte, localizada no Grajaú, a partir desta quarta-feira, 5 de abril

A partir desta quarta-feira 5 de abril, os bebês nascidos na Maternidade Unimed, no Grajaú, já vão sair da unidade hospitalar com sua certidão de nascimento e número no Cadastro de Pessoa Física (CPF).  O local passa a contar com uma Unidade Interligada do Cartório de Registro Civil para emissão do documento de registro civil, gratuitamente, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 16h30. A Maternidade Unimed é o primeiro hospital particular de Minas Gerais a oferecer o serviço em suas dependências.

A equipe da Maternidade fará o processo de sensibilização sobre o registro de nascimento junto aos pais e/ou representantes legais do bebê antes mesmo do parto, para haver tempo hábil de preparação dos documentos necessários.  Após o nascimento, o responsável pela criança é orientado a se encaminhar à Unidade Interligada. Com um sistema vinculado ao cartório via internet, a impressão do documento ocorre no próprio hospital e a criança recebe a alta da maternidade já com sua certidão e número de CPF.

A iniciativa é uma parceria com a Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Sedpac) e atende à Lei Federal Nº 13.257/16.
“Temos o compromisso de cuidar bem dos nossos clientes, em todas as fases da vida. Entendemos que também é uma atitude de cuidado contribuir para o acesso a este documento. A certificação de nascimento é muito importante, pois constitui o primeiro passo para o exercício da cidadania. Por isso nosso apoio ao projeto e a disponibilização da unidade de registro na nossa maternidade” disse a superintendente da Maternidade Unimed – Unidade Grajaú, Helayne Terezinha Alves Santos.


]]>
Feriados de abril e maio: saiba como será o atendimento a clientes Unimed-BH http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/atendimento-feriados-abril-e-maio 8ecf9957-0605-42b6-85eb-e0d727fa7089 ]]> Grupos instrumentais locais têm oportunidade para divulgar seu trabalho http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/edital-grupos-instrumentais 2d599d8f-7972-48a1-be98-9b944cac2630
O BH Instrumental é um dos projetos patrocinados pelo Instituto Unimed-BH, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, por meio do incentivo de médicos cooperados e colaboradores. O edital selecionará quatro grupos instrumentais, independente do gênero, para se apresentarem na programação 2017 do projeto, nos dias 27 de maio, 24 de junho, 16 de setembro e 28 de outubro. Os grupos realizarão os shows de abertura da Praça Floriano Peixoto. O resultado da seleção será divulgado no dia 28 de abril.

Os participantes selecionados, além de abrirem os shows de atrações consagradas e apresentarem o seu trabalho para o público, receberão premiação de R$ 3.500,00. A comissão responsável pelo processo seletivo vai considerar critérios como qualidade artística e alinhamento às diretrizes e aos objetivos do edital, adequação do projeto ao espaço físico disponível, proposta e tempo de execução, além de experiências prévias e histórico de atuação dos músicos.

Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH foi criado em 2003 com a missão de conduzir o programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de espaços públicos e Cultura.

Em 2016, mais de 1,4 milhão de pessoas foram beneficiadas, direta e indiretamente, pelo Programa Cultural Unimed-BH. Mais de 4,5 mil médicos cooperados e colaboradores viabilizam este Programa ao escolher destinar parte do seu Imposto de Renda para o fomento de projetos socioculturais. A cada ano, as atividades conquistam aprovação e confiança, ampliando-se as adesões.

Projeto BH Instrumental

Realizado pela Veredas Produções, o projeto integra o Circuito Instituto Unimed-BH e busca divulgar a música instrumental. A série traz aos palcos grandes instrumentistas, com o objetivo de formar público para música e popularizar o acesso a espetáculos de qualidade, desenvolvendo, assim, a consciência crítica dos cidadãos. Conta com o apoio institucional do Instituto Unimed-BH, com os benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura por meio de doações de pessoas físicas.


Conheça o Circuito Instituto Unimed-BH e nossa programação! Acesse circuitoinstitutounimedbh.com.br


]]>
Carnaval 2017: saiba como será o atendimento a clientes Unimed-BH http://portal.unimedbh.com.br/wps/portal/inicio/home/conheca_a_unimed/sala_de_imprensa/noticias/interna/atendimento-feriado-carnaval-2017 971638c3-cb17-44c2-a631-6b2ba28ff14b ]]>